Paramettrus Seguros e Garantias

Por que a nota fiscal é exigida na contratação e no sinistro

Atualizado em 3 min de leituraPor Paramettrus Seguros e Garantias

De todos os documentos que uma apólice pede, a nota fiscal do celular é a que mais se perde e a que mais falta na hora errada.

O que ela comprova

Três coisas ao mesmo tempo, e é por isso que ela é insubstituível:

Que o aparelho é seu. Propriedade demonstrada.

Quanto ele vale. O valor de aquisição é a base para dimensionar a importância segurada e a indenização.

Que a origem é regular. É o que separa um aparelho adquirido normalmente de um sem procedência.

Nenhum outro documento cumpre os três papéis sozinho.

Exigida duas vezes

Na maioria das seguradoras, a nota é pedida na contratação e novamente no sinistro.

A repetição não é burocracia redundante. Na contratação, ela permite aceitar o risco e dimensionar a cobertura. No sinistro, ela confirma que o aparelho sinistrado é o mesmo que foi segurado — e é aí que o número de série ou IMEI da nota importa.

Quando não se tem

A aceitação sem nota depende da seguradora, e as alternativas variam:

  • comprovante de compra ou pedido;
  • fatura do cartão com a identificação da compra;
  • documentação da operadora, quando o aparelho veio de plano;
  • nota de aquisição do vendedor anterior, em aparelho usado.

O importante é verificar isso antes de contratar, e não descobrir na hora do sinistro que a documentação não atende. Quando a seguradora aceita alternativas, ela costuma dizer quais — e essa conversa cabe no início.

O hábito que resolve

Assim que comprar o aparelho:

  1. Fotografe a nota e salve na nuvem.
  2. Anote o IMEI — disponível nas configurações do aparelho ou discando *#06# — e guarde junto.
  3. Guarde a caixa, que traz o IMEI impresso.
  4. Salve o comprovante de pagamento.

Leva cinco minutos e resolve para sempre. É o tipo de providência que parece exagero até o dia em que a nota é pedida e o aparelho já não está com você para consultar o IMEI.

O IMEI é tão importante quanto

Vale um destaque próprio.

O IMEI identifica o aparelho de forma única, e ele é usado tanto no bloqueio junto à operadora quanto na identificação do bem segurado.

Depois do roubo, você não tem mais o aparelho para consultá-lo. Se ele não estiver anotado em outro lugar, o bloqueio e o sinistro ficam mais difíceis — e o bloqueio é justamente o que precisa acontecer nas primeiras horas.

Anotar o IMEI hoje custa trinta segundos.

Perguntas frequentes

Por que a seguradora exige nota fiscal?

Ela comprova três coisas ao mesmo tempo: que o aparelho é seu, quanto ele vale, e que tem origem regular. Na maioria das seguradoras é exigida tanto na contratação quanto no sinistro.

E se eu não tenho a nota?

A aceitação sem nota depende da seguradora, e as alternativas variam — comprovante de compra, fatura, documentação da operadora. Verificamos com as parceiras o que é aceito antes de propor a contratação, em vez de descobrir na hora do sinistro.

Aparelho comprado no exterior pode ser segurado?

Depende da seguradora e da documentação disponível. É um caso a verificar caso a caso — e vale fazer isso antes de contratar, porque a exigência de comprovação existe do mesmo jeito no momento do sinistro.